SU MISURA
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PODCAST
ORIENTE-SE
Observação Nº 01
De uma inquietação
a um projeto
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DE UMA INQUIETAÇÃO À UM PROJETO
O Oriente-se nasceu de uma vontade da Carol Maluf: criar um espaço para compartilhar vivências, fatos e conhecimentos e abrir conversas com mais contexto, mais responsabilidade e menos ignorância.
Meu trabalho começou antes de existir podcast. A partir dessa inquietação, traduzi a ideia em um projeto: conceito, nome, posicionamento, formato, identidade, quadros, conteúdo e toda a estrutura necessária para colocá-lo no mundo.
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A PAUTA ANTES DO NOME
Desde o início, uma escolha foi importante: o Oriente-se não seria um podcast sobre convidados. Seria sobre conversas. Mais do que trazer grandes nomes, o interesse está na pauta, no repertório e na troca que aquela pessoa pode provocar.
Foi daí que surgiu também o formato principal do projeto: muitas vezes, o próprio convidado chega até o Oriente-se com uma inquietação ou uma conversa que gostaria de ter com Carol. A partir da curadoria e aprovação, construímos o episódio.
Em outros momentos, somos nós que identificamos uma pessoa ou uma pauta que faz sentido e fazemos o convite.
Essa lógica também guiou toda a construção do projeto: o objetivo nunca foi transformar o podcast em uma máquina de publicidade ou produzir episódios apenas por recorrência. A proposta sempre foi construir temporadas, encerrar ciclos e voltar quando houver novas conversas que mereçam espaço.
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MEU TRABALHO COMEÇOU ANTES DE EXISTIR PODCAST
Observação Nº 01
Entre repertório e estratégia.
DIREÇÃO
/ Dirección
POR QUE ORIENTE-SE?
O nome nasce de um duplo sentido: Oriente, pelo Oriente Médio — parte das raízes da Carol e um dos territórios que fazem parte do seu repertório — e orientar, no sentido de buscar contexto, compreender e buscar os fatos. Geopolítica, política e filosofia formam o core do projeto.
DO CONCEITO À ESTRUTURA
Para transformar a ideia em um projeto real, construí toda a base que sustentaria o Oriente-se: desenvolvimento dos quadros e das pílulas editoriais, dinâmica das conversas, curadoria de pautas e convidados, briefings, questionários, documentos de preparação, termos de uso de imagem e fluxo de cada gravação. Também trouxe e coordenei os profissionais necessários para materializar o projeto — da equipe responsável pela identidade visual à estrutura de captação e produção audiovisual.
UMA IDENTIDADE PARA UMA IDEIA
Com o conceito definido, direcionei junto à minha equipe a construção da identidade visual do Oriente-se, traduzindo o posicionamento em uma linguagem capaz de existir em diferentes formatos e plataformas. YouTube, Spotify, Instagram e TikTok passaram a funcionar como diferentes pontos de contato de um mesmo projeto.
CONTEÚDO PARA ALÉM DO ESTÚDIO
O Oriente-se também foi pensado para ocupar outros espaços quando a pauta pede. Um desses desdobramentos foi uma parceria com o MASP, articulada para a gravação de uma pílula especial dentro do museu, levando o conteúdo para além do formato tradicional do podcast e aproximando o projeto de cultura, arte e novos contextos.
CRESCER SEM PRESSA
Desde o início, o Oriente-se foi pensado para crescer organicamente, respeitando o ritmo da Carol e o propósito da temporada. Poucos conteúdos receberam mídia, enquanto grande parte do alcance veio de forma orgânica no Instagram e no TikTok. YouTube e Spotify seguem em construção, acompanhando o amadurecimento do projeto.

BASTIDORES

RESULTADO
/ Resultado
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O PROJETO COMEÇOU A ATRAVESSAR SUAS PRÓPRIAS PLATAFORMAS
Ainda durante a primeira temporada, o Oriente-se recebeu o interesse de uma emissora de televisão para a transmissão do conteúdo. A negociação está em andamento e representa um possível novo desdobramento para um projeto que nasceu digital e começou, organicamente, a encontrar novos espaços.
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/ En Cifras
EM NÚMEROS
EM APROXIMADAMENTE TRÊS MESES DE PROJETO:
Visualizações no Instagram nos últimos 30 dias
+700 mil
+6 mil
Seguidores construídos do zero
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Alcance majoritariamente orgânico
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Presença em Instagram, TikTok, YouTube e Spotify





